Piloto que vira V7 sem ninguém saber por quê.
DesenvolvAI é a memória do desenvolvimento. Cada peça vira uma árvore de versões V1 → Vn, com motivo, decisão e responsável registrados por versão. O que o ciclo aprendeu volta para o próximo produto, não fica na cabeça de quem estava na sala.
Capacidade em implantação conforme a Baseline P06. Stop-loss, taxa de aprovação V1 e ranking taxonômico seguem o estágio do módulo, salvo fonte específica publicada.
Piloto que vira V7 sem ninguém saber por quê.
A peça vira e revira. Cada versão gera outra reunião, outro e-mail, outra pasta. No fim da coleção, ninguém sabe direito quando ela deveria ter sido cancelada — nem por qual causa. O processo custa tempo, dinheiro e memória.
- Versões que se acumulam sem que a decisão anterior fique visível.
- Motivo de mudança contado por conversa, não registrado por versão.
- Causa de cancelamento em texto livre — sem taxonomia, sem leitura.
- Fornecedor que responde diferente por peça e ciclo, sem histórico agregado.
- Taxa de aprovação V1 sentida no time, mas nunca medida.
- Aprendizado do ciclo que não volta para o próximo produto.
O preço não é só a versão a mais. É a memória perdida a cada ciclo.
Rodadas de piloto que se repetem porque a decisão anterior não ficou registrada.
Fornecedor parado aguardando ajuste que já foi discutido — mas não escrito.
Aprendizado que fica com quem estava presente. O próximo ciclo recomeça do zero.
Cada peça é uma árvore, não uma lista de arquivos.
A peça nasce em V1 e evolui por versões numeradas. Cada versão carrega motivo, responsável, fornecedor, data e anotação. A árvore mostra o caminho — e onde a decisão foi tomada.
- V1Piloto inicial — briefing herdado do CriAI
- V2Ajuste de caimento — motivo taxonômico registrado
- V3Troca de fornecedor — histórico consolidado
- V4Ajuste de tecido — anotação e responsável
- VnAprovação ou cancelamento — causa codificada
Do piloto ao lacre, com o funil sempre visível.
O funil mostra onde cada peça está, há quanto tempo, e o que precisa acontecer para seguir. Não é kanban de tarefas — é leitura de estágio, com motivo registrado por versão.
Peça entra no funil com briefing e ficha herdados do CriAI.
Versões intermediárias com motivo taxonômico obrigatório.
Peça aprovada com histórico completo e ficha versionada.
Causa codificada — a peça sai com aprendizado registrado.
Motivo em texto livre é ruído. Motivo taxonômico é aprendizado.
Cada versão exige um motivo escolhido dentro da taxonomia — não uma frase avulsa. Quando a peça é encerrada, a causa segue o mesmo padrão. O texto continua existindo como anotação, mas a leitura acontece pelo motivo codificado.
Encerramento aqui é uma decisão registrada — nunca uma acusação. O DesenvolvAI separa causa do processo de responsabilidade pessoal.
- Motivo obrigatório por versão, escolhido dentro da taxonomia da marca.
- Causa de encerramento codificada — leitura consistente entre ciclos.
- Anotação livre preservada para contexto, sem sobrepor o motivo.
- Responsável e fornecedor registrados por versão.
- Data e handoff amarrados à versão, não à peça inteira.
- Ligação direta com CriAI (origem) e FornecAI (execução).
Três decisões, sempre humanas — apoiadas por contexto rastreável.
Peça segue para próxima versão com motivo registrado e histórico visível.
Nova versão herda a anterior — o que mudou é lido pelo motivo taxonômico.
Causa codificada, aprendizado preservado para o próximo produto.
Regra configurável, decisão humana.
Stop-loss é uma regra que a marca configura — quantas versões, quais causas, quais combinações. Quando o limite é atingido, o DesenvolvAI sinaliza. Cancelamento automático não faz parte do módulo em implantação.
- Configuração por marca, dentro do estágio do módulo.
- Regra ligada à taxonomia de motivos, não a métrica opaca.
- Sinal para o time responsável — a decisão continua humana.
- Nenhuma promessa de cancelamento automático.
A métrica existe — o número público, ainda não.
Taxa de aprovação V1 é a leitura de quantas peças passam de piloto sem virar V2. Ela aparece dentro do DesenvolvAI para a marca — mas o uMode não publica um número genérico sem base validada.
Nenhum benchmark genérico será publicado sem fonte, data e método. A leitura interna acontece no módulo; o número comparável entre marcas segue como hipótese.
Ranking lê processo — não classifica pessoas.
O ranking do DesenvolvAI olha para consistência, causas registradas e onde o processo custa versões. É leitura interna, para melhorar o próximo ciclo. Nunca leaderboard público, linguagem punitiva ou comparação destinada a humilhar estilistas ou fornecedores.
- Input
- Peças desenhadas, fornecedores disponíveis e política de stop-loss.
- Decisão
- Aprova, ajusta ou cancela — sempre com motivo codificado na taxonomia.
- Output
- Lacre versionado, com histórico e ranking de parceiros.
Peça atravessa três módulos — sustentada pela mesma base.
O handoff acontece dentro do contexto governado pelo CadastrAI. Cada módulo entrega versão, motivo e responsável — nada volta a ser texto solto ao cruzar a fronteira.
Ficha versionada entra no funil com briefing e atributos herdados.
Peça vira árvore V1 → Vn — motivo, decisão e responsável por versão.
Fornecedor recebe versão com histórico e retorno codificado.
Cada módulo tem seu próprio estágio. CriAI, DesenvolvAI e FornecAI não são anunciados como capacidades já em operação conjunta — o handoff é o que garante a continuidade quando estão ativos.
Sem screenshot autorizada, sem invenção.
Nenhuma tela real do DesenvolvAI foi liberada para publicação neste ciclo. Enquanto os assets não chegam, registramos formalmente a dívida — pergunta respondida, input, decisão permitida e output — no lugar de fabricar funil, dashboard ou ranking.
- Pergunta
- Onde cada peça está no funil de versões e há quanto tempo?
- Input
- Peças em desenvolvimento, versões abertas, responsáveis por decisão.
- Decisão
- Continuar, corrigir ou cancelar cada versão, com motivo registrado.
- Output
- Funil auditável, com histórico de decisão por peça.
- Pergunta
- Qual regra de stop-loss se aplica a esta peça e por quê?
- Input
- Motivos taxonômicos, regras configuradas pela marca, versão atual.
- Decisão
- Sinalizar risco de stop-loss e enquadrar a causa registrada.
- Output
- Alerta configurável — decisão de cancelar segue humana.
- Pergunta
- Onde o processo custa mais versões e por qual causa?
- Input
- Motivos codificados, taxa de aprovação V1, versões consumidas.
- Decisão
- Priorizar melhoria de processo, não classificar pessoas.
- Output
- Leitura interna de consistência — nunca leaderboard público.
Quer entender onde seu desenvolvimento perde versão e memória?
Diagnóstico de desenvolvimento com o time uMode — leitura do funil atual, taxonomia de motivos e onde o próximo ciclo pode começar do aprendizado, não do zero.

